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Superação é a palavra do momento

 Pouco se aprende com a vitória , mas muito com a derrota.  E foi com base nesse ditado que a seleção feminina alcançou a tal sonhada final olímpica.Quem começou a acompanhar o time verde e amarelo aqui pode até pensar que tal frase não encaixa na trajetória percorrida pelas meninas em Tóquio mas o ciclo olímpico todo trouxe outra realidade. Desde a fatídica derrota para a China nas olimpíadas  do Rio em 2016 o time passou por uma renovação brusca e teve nomes de peso em conjunto se aposentando.Quem vê a Garay em quadra por exemplo quadra nem imagina que a mesma cogitou a aposentadoria em 2016. Mas foi assim superando esses obstáculos que a seleção chegou a sua terceira final olímpica e independente da cor da medalha já traz muito orgulho ao nosso país.  Claro que o ouro é o desejado e eu como torcedor acredito muito.Não vai ser fácil obviamente ,o time americano também é forte,talvez até mais visto o histórico positivo nos últimos jogos contra nossa seleção ( e joga...

As consequências de um descaso

Ana Cristina,apontada como muitos o grande nome do voleibol  brasileiro nas próximas gerações. Bem era oque se pensava,segundo o Jornalista Bruno Voloch a ponteira/oposta estaria de malas prontas para a França e a caminho de uma naturalização. É complicado,Ana Cristina embora bem encaminhada no Brasil ainda tem seu futuro incerto,na França no mínimo uma olimpíada na bagagem em 2024 era garantido. E entre outros benefícios. Se realmente a mudança de nacionalidade for confirmada será mais do que um tapa na cara da CBV em relação ao descaso com a base. A tempos a falta de organização chama atenção,a falta de garantia de vagas em quadras para as novatas acaba inviabilizando várias promessas de vingarem. Não dá pra julgar a decisão de Ana independente da qual for,pelo mundo a fora as oportunidades batem na porta e no Brasil é preciso bem mais do que correr atrás. Fica a reflexão,a camisa brasileira perdeu o peso por conta da má gestão. Isso é um fato.

É preocupante,é longe do ideal

Não é só a comparação ao passado,é também um preocupação com o futuro. Hoje a promissora central Laura Kudiess,de apenas 19 anos anunciou a aposentadoria do vôlei evidenciando uma tecla sempre citada pelas veteranas. Claro que antes de tudo é preciso respeitar a decisão da atleta,foi uma opção que está dentro dos direitos dela. Constantemente a falta de comprometimento,o excesso de ego chama a atenção da nova geração que ainda por cima não apresenta o mesmo brilho da última safra. Antigamente na seleção só ficava quem estava de corpo e alma e atualmente é visível que são outros tempos. É preciso entender que só talento não basta,já vimos várias jogadoras se queimarem por isso. A desistência por tudo também preocupa,os fracassos viram e absorver da melhor forma é necessário para vitórias futuras,no mais é difícil avaliar a nova safra.

Mais do mesmo: Praia insiste no errôneo e compromete

Claudinha e Suelen renovadas,é oque circula nos bastidores. As tentativas de investir em Nyeme,Natinha e Fabíola não vingaram e o time de Uberlândia renovou rapidamente com as jogadoras. É pouco para quem quer ser campeão novamente da Superliga,ao longo da competição ambas mostraram irregulares e acabaram por volta e meia comprometendo o conjunto no time. Claro,não dá para por a culpa toda em só duas jogadoras mas nesse caso é difícil defender. Falta de dinheiro que não foi para tal renovação em geral o time é um dos mais ricos do país,a ampliação de 3 estrangeiras permitiria o Praia ir além e contratar opções mais seguras. A chegada de Lyara,jovem porém talentosa dá um fundo de esperança,resta saber se realmente bela irá vir a ter verdadeiras oportunidades.

Mais do que necessário

Agora é oficial,antes tarde do que nunca a olimpíada de tóquio o foi enfim adiada para 2021. Em meio ao caos manter o planejamento seria insustentável. Muita coisa muda?óbvio. As questões de vagas e os roosters serão totalmente diferentes,quem hoje poderia estar na disputa em 2021 sequer seja cogitada na pré lista. O importante no momento é pensar no bem maior e apoiar a decisão.

Retrocesso,e só

É simples,não tem nada de positivo com a manutenção do Ranking na Superliga feminina. O discurso de equilibrar a competição é retrógrado,no final são sempre as mesmas figurinhas e quem tem mais dinheiro sai na frente. A votação foi exposta,Sesc e Bauru junto com times de menores investimento mais uma vez travaram o fim de uma pedra no caminho do voleibol brasileiro. A forma bizarra de exclusão dos votos de Curitiba e Barueri deve ser discutida. De resto quem votou contra não fez nada mais que a obrigação. No momento não dá para se conformar,não a critério e a revolta das atletas rankeadas é apenas o começo. Thaísa,Sheilla,Gabi e Fabiana no momento se pronunciaram,a tendência é que continue,a tecla vem sendo batida a tempos e a paciência esgota. A CBV que se cuide,é impossível entender uma entidade tão hipócrita.O bem dos atletas e o futuro do vôlei brasileiro ficam em segundo plano,fingir que está tudo bem deixou de ser uma opção. A aprovação de 3 estrangeiras é outro ...

Hora de decisão

Pré definido  Pelo menos quase tudo. Tirando o confronto entre Bauru e Osasco,os confrontos das quartas deverão terminar dentro do script. O pilar formado por Minas,Rio e Praia pouco devem se desgastar. Mas é bom jogar bem para garantir,teme quem tem juízo e nessa altura do campeonato perder a moral pode custar caro. Tudo está exposto,Rio e Praia depender de Martinez e Tandara respectivamente,com uma vantagem técnica para as cariocas,ainda mais com o crescimento na hora decisiva de Drussyla. Já o Minas apesar de ser o mais constante sem passe não joga,Bruna e Sheilla não se firmam e aliado a inconstância de Acosta podem pesar muito. Mas tudo isso é mais para frente,o foco agora é no duelo paulista. Ganhar é crucial para o futuro,a temporada de ambos é péssima é uma semifinal já é lucro,o mais regular ganha. E que comecem os jogos.