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Mostrando postagens de dezembro, 2019

Nem aqui nem na França:Osasco cede e reconhece erro mas pode causar embroglio

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Osasco errou. A tentativa de jogar com duas opostas de origem juntas fracassou,não tinha dado certo na França e era amador pensar que daria certo no BRASIL.O fato positivo é que a comissão enxergou a tempo o erro. Rabadhieza,experiente Búlgara é apontada entre os principais sites de transferência com ida certa para Osasco. A nível de Superliga a jogadora pode até desencantar.Ellen não vem segurando a onda em alguns momentos,experiente segurando fazendo até mais do que sua função mas é barrada em seus próprios limites. Mas se engana quem pensa que é tão simples assim.Casanova,a mais cotada para ir, tem até agora um laço grande entre as jogadoras do time e se adaptou bem ao Brasil.Ela é a menos culpada do fracasso da equipe paulista e se pagar o pato é sim injusto mas é provável a acontecer. Os efeitos no grupo pode sem grande, ter uma equipe contrária pode afetar a adaptação da Búlgara no time. Fato é que a bagunça pode ser bem maior ao tentar consertar o erro. Agu...

Para voltar ao protagonismo

Osasco já foi grande,e muito.O título mundial acompanhado de algumas superligas estão ai como prova. Mas hoje o momento é outro,ano após ano a equipe Paulista chega ao final do ano na mesma situação de insegurança e indefinição do time titular. A derrota para o Praia clube foi só mais uma entre várias decepções desta temporada.A realidade é que ano após ano o time continua estagnado nessa crise,e acompanha ainda seus principais rivais revezarem no protagonismo. A camisa pesa,mas não da pra viver de passado.A torcida talvez seja o que restou de grande da equipe paulista. É dificil tocar na ferida por conta da gratidão,Luizomar fez e faz muito para o projeto,mas é nítido que tudo mudou para que Osasco voltasse a ganhar,talvez novos ares no comando seja de bom grado. E nem é preciso ir longe,Spencer Lee é promissor. O fator positivo é que Osasco tem oque a evoluir. Esperar que o time saia de uma situação de quase uma década talvez seja demais.O elenco é sim inferior mas é pre...

Fora do padrão,mas é bom ficar em alerta

Todo cuidado é pouco,Rosamaria corre atrás e sabe disso. A dispensa  da seleção após temporadas frustrantes jogando na entrada fez bem,mas é nítido que Lorenne ganhou seu espaço.Talvez isso possa pesar no futuro,mas é cedo para discutir. Fato é que Rosamaria caiu de rendimento,para quem tinha altas pontuações fazer 12 e 5 pontos nas das últimas partidas é pífio.Agora é preciso lidar com a marcação pesada e constante,é o diferencial das grandes opostas. Ser regular é essencial,Rosa já passou da fase de promessa.É a hora de mostrar que toda a irregularidade que sempre a perseguiu,diga-se de passagem jogando em uma função errônea,é passado. O fato positivo é que o brilho por enquanto é maior que os deslizes.No momento a convocação é mais do que merecida,os dos jogo foram algo fora do padrão e ainda não é algo para se preocupar. Por enquanto.

A decadência é evidente:Sheilla fala pouco mas diz muito.

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"Superliga cada vez mais fraca","falta de novos talentos" e "renovação".Em poucas palavras a oposto Sheilla gerou mais uma vez polêmicas em seu última post do Mundial. Não só polêmicas,mas também reflexão .É nítido a sensatez nas palavras que descrevem bem a situação do voleibol feminino brasileiro que aos poucos perde espaço no meio internacional. Quem dera esse male fosse de agora,as consequências da má renovação das gerações de 2008 e 2012 chegam de forma gradativa. Nenhum nome enche os olhos,não a nível internacional. É bom salientar que a Superliga não serve de parâmetro ,é possível fazer uma lista de quem joga bem aqui e em jogos grandes  somem.Já do outro lado fenômenos e mais fenômenos surgem e se consolidam.  Não é só a camisa que pesa, mas sim a diferença técnica.O discurso retrógrado de não queimar etapas impede o amadurecimento e desenvolvimento de muitas atletas que acabam se tornando meras promessas Os clubes também não ajud...

Era quase óbvio,mas não deixa de ser decepcionante

Foi dentro do script,mas não tira o gosto amargo da eliminação na fase de grupos. Minas e Praia sentiram a diferença de plantel e até mesmo de entrosamento, e um quinto lugar é de se aplaudir visto as condições do maior mundial de clubes da história. A questão não são as derrotas em si,que eram quase que certas visto o favoritismo dos turcos e italianos,mas o modo que elas ocorreram. Para o Minas,cada partida evidenciava mais a fragilidades,tanto das extremas quanto da comissão técnica que insiste em escalações que até o mais amador torcedor enxerga que é errônea.É preciso entender que nem a genialidade e jogo veloz de Macris vai conseguir salvar a equipe sempre.Se safar do último lugar seria grande honra para o momento do time. Já o Praia sai com a sensação de que poderia ter ido mais longe.O time se encontrou,usou a formações certa e com maior poder de fogo,mas caiu diante das suas próprias limitações e cometeu erros em momentos cruciais. É triste mas serve como aprendizad...