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Mostrando postagens de fevereiro, 2020

Mais do mesmo,é a tendência

Se depender de como o bonde anda,as notícias para a seleção feminina no quesito comissão técnica estão longe de serem positivas. Paulo Cocco apesar de não ser o nome ideal,é a tendência.Tem o aval de Zé Roberto é um nome respeitado nos bastidores. Talvez esse seja o problema,ter nome. No momento de transição de um grupo no novo ciclo,a metodologia de Paulo não encaixa.Não é um técnico formador,na realidade são poucos na atualidade que são. O jeito é torcer para que dê certo,as opções são limitadas,e a restrição com técnico estrangeiros que existe sim,vulgo o caso de Marcelo Mendez,impede uma verdadeira mudança. Por enquanto é mais do mesmo

Enfim completos e a disputa por quem paga a conta.

Até agora na temporada Minas e Praia não se enfrentaram com todas as peças do elencos a disposição. As lesões constantes impediram tal feito. E não,o Minas não perde no retrospecto por isso,naquele momento a equipe era totalmente diferente do que é atualmente. Rabadzhieva foi um baita reforço e mudou os ares ,a nova formação com Sheilla também agregou. Apesar disso o favoritismo ainda passa longe,o Praia é mais time e com o bom retorno da Garay que enfim joga o voleibol que pode, a coisa complica. Ganhar significa economizar um bocado,no final quem perde paga a conta pra participar do Mundial,a tendência é essa.

Ranking não,3 Estrangeiras talvez

É a minha opinião. O ultrapassado Ranking já foi tarde,não fazia sentido e o mesmo só enfraquecia ainda mais a Superliga que não passa por bons bocados.A monopolização acontece de qualquer maneira,tem haver com ter dinheiro e a gente sabe bem quem tem. Minas,Praia,Sesc,Osasco E talvez  Bauru. Devem se beneficiar caso sejam espertos. Porém admito que fico com os dois pés atrás em relação as estrangeiras. 2 é bom,3 é demais. Ainda mais em um espaço de transição,atualmente é difícil ver as jovens tendo espaço nos clubes grandes e isso tende a piorar. E em tempos de renovação isso prejudica,se por um lado o nível aumenta tecnicamente esse ponto deve ser pensado bem.Esta nas mãos dos clubes,e coisa boa isso não é.  

Quem realmente agrega,quem realmente define

 Dor de cabeça. É a única coisa que Zé Roberto tem a certeza que terá na hora de decidir a segunda vaga de oposta. Tudo está em aberto. Nome,Momento,Conquista de espaço,cada item conta.É preciso alguém que decida,o histórico constante de lesões de Tandara alarma para a escolha de uma peça segura. Cá entre nós Sheilla é uma grande jogadora mas não merece,vem sendo irregular e se for vai ser pela antiga panela e o plano de levar as veteranas.Quem perde nesse caso é a seleção.O vôlei mudou,claro que nunca deve se duvidar de uma atleta do quilate de Sheilla,mas seu tempo na seleção já passou.É preciso aceitar. A disputa em quadra é entre Lorenne e Rosamaria ,o mau planejamento do ciclo deu pouquíssimo tempo em quadra e consequentemente ambas estão cruas,a corrida é contra o tempo,quem estiver melhor às vésperas deve ir. Mas vindo do Zé pôde-se esperar tudo,q indefinição é o lema.

É no minimo preocupante

Em Barueri a má fase perpetua,tirando espamos contra Osasco a equipe não engrena e tal fato é no minimo preocupante. O passeio por Minas Gerais foi turbulento,o jogo contra o Praia foi um desastre e contra o Minas foi longe de ser glorioso. A instabilidade do jovem time é evidente,o mal uso do banco que se limita a troca de centrais e uma inversão do 5x1 mostra a falta de percepção da comissão técnica  Para O futuro isso é preocupante,o material humano trabalhado em Barueri é a base da futura seleção brasileira,e a forma a qual ele é tratado está longe da ideal. É preciso voltar a vencer e jogar bem,a expectativa nunca foi de título.Não que essas meninas não sejam capazes,o Paulista mostrou isso,porém se contentar com o passado não leva a lugar algum.É bom refletir.

Nada mais que decepção

O clima era tenso desde o primeiro ponto,e terminou pior ainda.Não dá pra defender Osasco. A derrota só não foi pior pois o quarto lugar se manteve,colocação a qual o time paulista no momento nem merece estar. Sesi Bauru por outro lado vem na contra mão e cresce na hora decisiva,Anderson apesar das divergência enfim parece encontrar o time ideal e as coisas por lá andam bem. Ganhar em Osasco ,fato que virou rotina nessa temporada entre os favoritos faz com que Rahimova e cia encostem na quarta colocação e ganhem moral para um possível encontrar nos playoffs. No momento o Liberatti virou salão de festas e o time assiste de camarote o jogo. Jaque,Brait e Roberta são as únicas que destoam das demais.Não duvidar do trabalho da comissão técnica é impossível,a insistência na Ellen e a bagunça tática decepcionam. 

Faz bem para a seleção

O simples faz bem,tal frase resume bem o jogo da levantadora Roberta. A fase em Osasco é bom salientar que esta longe de ser as das melhores,mas a de Roberta vem justamente na contramão. Não dá para descartar a mesma em Tóquio,foi com ela que o Brasil teve o melhor momento no ciclo e não é mera coincidencia.Com a camisa da seleção a jogadora cresce,e volta e meia resolve  uns pepinos,sem contar o bom entrosamento com as principais atacantes. A precisão,talvez o calcanhar de aquiles da capitã osasquense aos poucos se ajusta e aliado com a obediencia tatica e frieza fazem a levantadora crescer. A realidade atual é que tirando Macris ninguem é unanimidade. Fabíola é boa de bola mas se perde facil taticamente,pela idade deveria ser mais madura e Dani Lins esta longe da boa forma que a fez ser campeã olimpica. A lacuna esta aberta,e Roberta no momento seja a melhor jogadora para preencher.

Rio x Osasco :Virada de Chave ou perpetuação

Clássico é clássico. Além dos 3 pontos,faz bem para a moral.Não dá pra gravar nada,independente da irregularidade do Osasco a equipe paulista tende a crescer e expõe as fragilidades do Rio,foi assim no turno tirando o tie break apático. Aliás apatia vem virando rotina entre as comandadas do Luizomar que parecem ser rumo. Ganhar é crucial e a derrota perpétua a má fase. Nesse caso só jogar bem é um passo mas não o suficiente. A Tandaradependência oferece esperança,por lá só a oposta vira,mesmo com as vitórias é bom alertar que o Rio não utiliza seu leque de Ataque da melhor forma é isso pode pesar lá na frente. Enfim,todos os ingredientes para um clássico que de longe parece morno,mas só depende das equipes para que seja um grande confronto. Oque pesa é que se depender da fase do Osasco o jogo não passará de 3 sets.  

Desrespeito é pouco,quem cala consente e silêncio gera clima pesado

Afirmo sem sombra de dúvidas que a existência de Osasco passa na mão de cada torcedor fanático do clube. A atmosfera do ginásio é diferente e quem joga em Osasco seja contra ou a favor sabe desse fato. Porém nem tudo são flores,a atual temporada da equipe assim como outras passadas vem sendo repleta de irregularidades,o time não passa confiança e assim como qualquer torcida tem o direito de fazer,a de Osasco protestou em um dia inglório dentro de quadra. Mas a reação do Clube foi totalmente diferente dos princípios do time que jura sempre por a torcida em primeiro lugar. A opressão contra um ato de direito,envolvendo inclusive idosos e crianças de colo no meio da arquibancada não pode passar batido. O silêncio perpetua,ninguém se pronuncia e a paciência uma hora acaba,nao da pra fingir que está tudo bem.O jeito é esperar que Osasco faça jus ao seu nome e apesar de não achar suficiente,no momento atual desculpas são mais do que necessárias. 

Massacre no Liberatti e a dura realidade

Aula foi pouco,não é exagero afirmar que o clássico paulista foi um verdadeiro massacre. Até o mais otimista torcedor do Barueri não esperava tamanha facilidade na partida desta sexta. A coincidência dos bons jogos das comandadas do Zé ,que desta vez sequer esteve no banco,serem justamente contra a equipe do Osasco se manteve.É até difícil apontar um só destaque pelo lado do Barueri. Mas é bom salientar que as donas da casa deram mais que uma mão.Inúmeros erros juvenis e a apatia marcaram o lado vermelho e branco que teve seu ataque totalmente anulado. A diferença técnica foi discrepante e as atuações de Osasco quando os jogos apertam chegam a ser injustas com a fanática torcida. Acaba e começa uma nova temporada e a insegurança é a mesma, é preciso rever conceitos e o comando técnico para voltar a ser grande,não dá para viver de passado.