A mudança de filosofia na seleção

Mudou,é nítido.

Antes era preciso mais do que ser melhor,era necessário estar de corpo e alma na seleção.

Era o lema de grande respeito que rendeu dois ouros olímpicos.Mas no atual ciclo a situação é diferente.

E não,sou longe de ser contra a nova política da volta das veteranas,que é uma questão de necessidade,mas tudo tem limites.

Até onde vale a pena?

Algumas nitidamente não merecem,e o comodismo acontece.

Julgar a geração desse ciclo é hipocrita,não houve continuidade.

Em 2017,justamente com um time renovado,o Brasil teve seu melhor momento.

Depois disso as voltas em massa e indevidas das campeãs olímpicas no mundial e em 2019 só prejudicaram a seleção.

Claro não dá pra colocar a culpa da derrota somente nas veteranas,mas isso nunca deu certo.

Na Rússia,Sokolova e Gamova falharam,na Itália Piccinini e por aí vai.

Resta em 2020 com o peso da camisa torcer para que o Brasil mude o script,é a única opção.

O meio termo não vingou,é preciso enxergar os fatos.O time será a base de 2016 e ponto,será velho e terá uma contradição enorme,ou entrosa e desgasta ou arrisca e se preserva.

Eis a questão

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